Adriana Vitoria ©   todos direitos reservados

Artista plástica, cantora, escritora e designer autodidata, a mineira Adriana Vitória deixou Belo Horizonte com a família aos seis meses para morar no Rio de Janeiro. Viveu na Inglaterra, França, Portugal, Itália e Estados Unidos. Cresceu em meio à natureza, nas montanhas de Minas, Visconde de Mauá, e do próprio Rio.

Protetora apaixonada da Amazônia, Mata Atlântica e das minorias ao redor do mundo, desde a infância, buscou formas de cuidar e falar destes frágeis ambientes e dos seres únicos que nele vivem.

Fauna, flora e tribos nativas se tornaram inspiração constante de todo seu trabalho de criação.


Foi assistente de produção para eventos, cantora e empresária. Determinada a ampliar seus horizontes, abandonou tudo em 1985 e foi para a Itália, onde poderia unir a maioria de suas paixões, a música, as línguas e as artes, onde, em 1986, vivendo em Florença, conheceu a Fundação WWF se tornando ativista ambiental.

Em 1987, de volta ao Brasil, com uma amiga, decidem pegar suas colagens, fotos e desenhos, e confeccionar camisetas que chamassem a atenção para a destruição do meio ambiente. Assim nasceu a Jângal. Neste período, inspirada pela vanguardista Anita Roddick da marca inglesa The Body Shop, passa a fazer intensas pesquisas sobre reciclagem e produtos de origem vegetal.

Três anos depois, em 1990, começa a desenhar crônicas sociais através de bonecos palitos nominando a coleção de desenhos "A Loucura de Ser Humano".

 Em 1992, com a extinção da empresa e ainda uma forte inquietação, larga tudo e volta a Europa onde trabalha como cantora alguns anos até retornar ao Brasil, onde continuou sua dedicação a música e ao desenho. Em 2000 grava um CD independente e passa uma temporada em Nova York.

Retorna em 2001 carregada de experiências e novas ideias cria duas novas assinaturas que se tornaram as porta vozes de sua paixões e angústias: Companhia da Mata e Mico Tutu.


Desde 2005, convidada pela cardiologista Dra Rosa Célia, passou a desenvolver produtos para o Pro Criança Cardíaca.  

Em 2008 seus galheteiros em garrafas de cachaça, entram na conceituada loja de design brasileiro Novo Desenho do MAM (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro), mas é em abril de 2016, que faz a exposição "Em Companhia da Mata", lançando uma coleção de produtos com suas quatro assinaturas, vendidos em ambas as lojas do MAM e do MAR - Rio de janeiro.

Atualmente, suas peças são vendidas pelo Instagram,, lojas Novo Desenho MAM e MAR-RJ e do Pró Criança Cardíaca. É colunista da Conti outra artes e afins e de seu próprio blog Loucura de Ser Humano.